A mamografia é um dos exames mais importantes para a detecção do câncer de mama. Quando há o diagnóstico precoce, as chances de cura aumentam. O tratamento na fase inicial da doença pode ser menos agressivo à paciente.
A faixa etária com maior incidência da doença é dos 50 aos 69 anos. Mas, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) recomenda que mulheres a partir dos 40 anos de idade façam mamografia uma vez ao ano, para garantir o diagnóstico precoce da doença.
O exame deve ser feito ainda mais cedo – a partir dos 30 anos de idade – em pacientes que têm histórico familiar de câncer.
A Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama) está alertando as mulheres para que não façam exames de mamografia logo depois de terem tomado vacina contra a covid-19.
O exame deve continuar sendo feito, mas a recomendação é de que as mulheres relatem ao médico caso tenham tomado a vacina. Isso porque os laudos de mamografias e ultrassonografias estão mostrando a presença de linfonodos, também chamados gânglios ou ínguas, nas axilas das pacientes. Em alguns casos, isso pode ser consequência da vacina contra a COVID-19.
Na maioria das vezes, depois de 15 ou 30 dias que a paciente recebeu a vacina os linfonodos voltam ao normal. A vacina contra a COVID não provoca câncer. É apenas uma reação inflamatória do corpo ao imunizante. Caso a paciente esteja investigando algum nódulo ou caroço suspeito na mama, é preciso apenas informar o médico de que tomou a vacina.
Não é para deixar de fazer o exame, mas, caso a mulher tenha tomado a vacina, a orientação é de a mamografia seja feita depois de duas a quatro semanas. E isso vale também para outros tipos de vacina, não só a COVID-19.
Hospital Regional Terezinha Gaio Basso de São Miguel do Oeste
William Casagrande Sanches – médico Oncologista Clínico – CRM/SC 26160 – RQE 16670
Diretora técnica – Katia Bugs – médica – CRM 10375 – Nefrologista – RQE 5333


